Governo prorroga vacinação contra a gripe até 1º de junho
O Ministério da Saúde decidiu prorrogar até o dia 1º de junho a campanha de vacinação contra a gripe em todo o país. Inicialmente, a campanha seria encerrada amanhã, mas até esta quinta-feira apenas 52,4% do público-alvo havia recebido a dose, o que corresponde a 15,8 milhões de pessoas.
A meta do Ministério da Saúde é imunizar 24 milhões de pessoas, o equivalente a 80% do público-alvo, que inclui idosos, crianças de 6 meses a 2 anos, grávidas, trabalhadores da saúde, indígenas e presos.
As crianças de 6 meses a 2 anos que nunca tomaram a vacina devem receber duas doses, com 30 dias de espaçamento entre a primeira e a segunda dose. O restante do público-alvo vai receber apenas uma dose de reforço.
A melhor adesão à campanha é das crianças. De acordo com a pasta, mais de 2,6 milhões já receberam a vacina, o que representa 59,4 % do total. Os trabalhadores de saúde vêm atrás, com mais de 1,3 milhões imunizados, o que corresponde a 54,3% do total de trabalhadores.
A vacina foi aplicada em 52% das pessoas com 60 anos ou mais, 47,5% das gestantes e 40,4% da população indígena.
O governo esclarece que, ao contrário do que alguns pensam, a vacina não provoca gripe, pois é feita de pequenos fragmentos de vírus incapazes de causar infecção. Mas, como toda vacina, podem causar alguns sintomas que passam em alguns dias.
"Ela é segura. A maioria das reações adversas é leve, como dor e sensibilidade no local da injeção. Só quem tem alergia a ovo não pode tomar a vacina", afirmou o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa.
Segundo o ministro da pasta, Alexandre Padilha, o medicamento é seguro e protege contra os três vírus que mais comuns no Brasil.
"O inverno é o período de maior circulação do vírus e a vacina é a melhor maneira de evitar a doença", disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
A vacina fabricada para esta campanha contém os três principais vírus da Influenza que circularam no ano passado, incluindo o da gripe A H1N1.
Em São Paulo, a campanha deve vacinar 5,3 milhões, o que também corresponde a 80% da população-alvo. Ao todo, mais de 7.000 postos de vacinação fixos e móveis participarão da campanha. Mais de 41 mil profissionais também foram mobilizados. A estrela da campanha será a apresentadora Palmirinha, 80.
PRINCIPAIS PERGUNTAS
Quem pode se vacinar? A vacina estará disponível nos postos de vacinação do SUS para a população a partir dos 60 anos, além dos trabalhadores das unidades de saúde que fazem atendimento para a influenza, crianças da faixa etária de 6 meses a menores de 2 anos, gestantes, povos indígenas, população prisional e pacientes com comorbidades, mediante indicação médica, conforme as indicações do CRIE (Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais).
Por que o ministério priorizou estes grupos? Evidências epidemiológicas indicam que alguns grupos populacionais são mais susceptíveis às doenças respiratórias com a possibilidade de adoecer, desenvolver complicações e morrer pela doença.
A vacinação de grávidas é feita em qualquer idade da gestação? Sim. Essa vacina é indicada para qualquer idade gestacional.
Quem se vacinou no ano passado, precisa se vacinar de novo? Sim. Após a vacina, a imunidade dura de 6 a 12 meses. Também a composição da vacina e produção é anual conforme os vírus que circularam no ano anterior.
Quantas doses da vacina a criança precisa receber? Crianças vacinadas pela primeira vez deverão tomar duas doses, com 30 dias de intervalo. Já as crianças que receberam uma ou duas doses da vacina em 2011 deverão tomar apenas uma dose neste ano.
Fora do período da campanha é possível se vacinar? Não. Após a campanha, só serão vacinadas a população prisional e pessoas que apresentem condições clínicas especiais nos CRIE.
Quanto tempo leva para a vacina fazer efeito? Em adultos saudáveis, a detecção de anticorpos protetores se dá entre 2 a 3 semanas após a vacinação, com duração de 6 a 12 meses. O pico máximo de anticorpos ocorre depois de 4 a 6 semanas após a vacinação.
Vou ficar gripado (a) após me vacinar? Não. A vacina contra a influenza (gripe) é inativada, contendo vírus mortos, fracionados ou em subunidades não podendo, portanto, causar gripe. Quadros respiratórios simultâneos podem ocorrer sem relação causa-efeito com a vacina. Na época em que a vacina é aplicada, circulam diversos vírus respiratórios diferentes --que não o da gripe em questão--, e as pessoas podem adquiri-los, pois não estão imunizadas especificamente contra cada um deles.
Há alguma contraindicação? A vacina não é recomendável para quem tem alergia à proteína do ovo, a quem teve reações adversas a doses anteriores ou a um dos componentes da vacina. Nestas situações recomendamos avaliação do medico assistente para maiores orientações.
Quais os meios de transmissão? A transmissão ocorre por meio de secreções das vias respiratórias da pessoa contaminada ao falar, tossir, espirrar ou pelas mãos, que após contato com superfícies recém-contaminadas por secreções respiratórias podem levar o agente infeccioso direto à boca, aos olhos e ao nariz.
Quais os sintomas da doença? Os sintomas, muitas vezes, são semelhantes aos do resfriado, que se caracterizam pelo comprometimento das vias aéreas superiores, com congestão nasal, rinorréia, tosse, rouquidão, febre variável, mal-estar, mialgia e cefaléia.
Quanto tempo após a vacinação as pessoas podem doar sangue? É orientado que sejam tornados inaptos temporariamente, pelo período de quatro semanas, os candidatos elegíveis à doação que tiverem sido vacinados contra influenza.
É obrigatório apresentar a caderneta de vacinação? Não é obrigatório apresentar a caderneta de vacinação, mas é necessária para atualização de outras vacinas do calendário de vacinação.
O Grupo Hospitalar Santa Celina lançou um desafio entre seus funcionários: incentivá-los a praticar exercícios e premiar aqueles que conquistassem melhorias no seu corpo. Foram três categorias: perda de peso e de medidas, assiduidade na prática da ginástica laboral oferecida pela empresa e ganho de elasticidade.
“O mais importante de tudo é que os funcionários entenderam a importância da prática de uma atividade física, seja ela qual for, e incorporaram isso em suas vidas. Isso refletiu diretamente no ânimo e no humor das pessoas”, conta Marcelo Katayama, gerente médico do Semeando Saúde, uma das divisões do Grupo Hospitalar Santa Celina.
A campanha teve início no segundo semestre do ano passado. A adesão foi de 80% dos colaboradores convidados, com a participação de 60 pessoas – todas passaram por uma aferição inicial de peso, medidas e elasticidade. A premiação envolvia itens que motivassem a continuidade dos cuidados com a saúde. Claudia Vilamaior, gerente de relacionamento do Grupo Hospitalar Santa Celina, foi a ganhadora na categoria perda de peso e de medidas e recebeu como prêmio um par de tênis de corrida. Gustavo Rodrigues Rebela, assistente de Recursos Humanos, premiado na categoria assiduidade na prática da ginástica laboral e no ganho de elasticidade corporal, levou um frequencímetro.
“Mudei radicalmente de vida desde que entrei para o programa. Decidi investir na minha saúde. Passei a frequentar uma academia e contratei os serviços de um personal trainer e de uma nutricionista”, diz Claudia. O resultado refletiu diretamente na qualidade do sono e na reforma do guarda-roupa. Ela diminuiu o manequim em um número e perdeu cinco centímetros de circunferência abdominal.
Já Gustavo preferiu investir na ginástica laboral oferecida pela empresa. “Como não tenho tempo de frequentar uma academia, participo da ginástica laboral, que acontece duas vezes por semana na empresa”, conta. Segundo ele, a postura e a respiração melhoraram muito.
Ana Elisa A.C. Siqueira, diretora do Grupo Hospitalar Santa Celina conta que uma das motivações para implementar a campanha foi a área de atuação da empresa. “Trabalhamos com home care, programas de prevenção e qualidade de vida e monitoramento de doentes crônicos. Como oferecer cuidados e ensinar a controlar a saúde sem cuidar da nossa? O exemplo deve vir da gente e esse foi mais um estímulo”, explica a diretora, que é praticante de corrida de aventura.
Home Care São Paulo, Home Care Rio de Janeiro, Atenção Domiciliar Rio de Janeiro
MÉDICOS DE TODO PAÍS FARÃO MANIFESTAÇÕES DE PROTESTO CONTRA OPERADORAS DIA 25/04. EM SP, PROFISSIONAIS FAZEM PASSEATA NA
AV. PAULISTA
No Dia Nacional de Advertência aos Planos de Saúde, marcado para o próximo 25 de abril, médicos e dentistas de todo o país farão manifestações em protesto contra a baixa remuneração dos honorários e procedimentos, além das interferências antiéticas praticadas pelas operadoras nos atos profissionais.
Em São Paulo, os profissionais de todo o Estado farão uma passeata na Avenida Paulista. Os manifestantes se concentrarão às 9 horas da manhã, em frente à sede da Associação Médica Brasileira (AMB), na rua São Carlos do Pinhal nº 324, e caminharão até o Conjunto Nacional, na Avenida Paulista nº 2073, onde está programada a realização de uma Feira da Saúde, das 12 às 16 horas.
As entidades organizarão caravanas da capital, região metropolitana, litoral e interior, pois, neste primeiro alerta do ano, o movimento estará concentrado na capital paulista, com caráter estadual.
Organização
No Estado de São Paulo, as principais entidades engajadas no movimento são: Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo, Associação Paulista de Medicina, Sindicatos dos Médicos de São Paulo, Academia de Medicina de São Paulo, Sociedades de Especialidades Médicas, Associação Brasileira de Mulheres Médicas – Seção São Paulo, Associação Brasileira de Cirurgiões Dentistas, Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas, Conselho Regional de Odontologia de São Paulo e Sindicatos dos Hospitais (Sindhosp).
As entidades regionais foram encorajadas a produzir faixas e cartazes para a caminhada, para chamar a atenção da opinião pública quanto à conflituosa relação entre profissionais e operadoras. As regionais da APM, as sociedades de especialidade, as Delegacias do Cremesp e os sindicatos regionais também devem levar na passeata faixas e cartazes com suas identificações, para mostrar à população e à imprensa a representatividade do movimento. Os médicos e cirurgiões dentistas mostrarão, ainda, um "cartão amarelo” às empresas, para que estas apresentem propostas concretas sobre as reivindicações.
Negociação
No dia 13 de abril, as entidades médicas nacionais – Associação Médica Brasileira, Conselho Federal de Medicina e Federação Nacional dos Médicos – entregaram à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) as propostas da classe quanto às cláusulas obrigatórias a serem inseridas nos contratos entre médicos e planos de saúde. As principais são:
Contratos: inserção de critério de reajuste com índice ou conjunto de índices definido e periodicidade no máximo de 12 meses; Inserção de critérios de credenciamento, descredenciamento, glosas e outras situações que configurem interferência na autonomia do médico. A partir de agora, a ANS também deve se posicionar para o cumprimento efetivo de sua Resolução Normativa 71, de 2004, que versa sobre a contratualização.
Hierarquização: inclusão da Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM) como referência para o processo de hierarquização a ser instituído por Resolução Normativa da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). A partir de então, o percentual de reajuste será o mesmo para as consultas e todos os procedimentos, sem distorções na valoração.
Além disso, o movimento dará apoio aos projetos de lei sobre reajuste dos honorários médicos (PL 6964/10, que tramita na Câmara e PL 380/00, que tramita no Senado) e sobre a CBHPM como referência na saúde suplementar (PLC 39/07, que tramita no Senado).
O presidente do Cremesp, Renato Azevedo Júnior, lembra que os reajustes devem recuperar, ainda, as perdas financeiras dos últimos anos, contemplando também os procedimentos, e não apenas as consultas.
Perdas acumuladas – Os médicos alegam que nos últimos 12 anos, os índices de inflação acumulados chegaram a 120%. Por outro lado, os reajustes dos planos somaram 150%, enquanto os honorários médicos não atingiram reajustes de 50% no período. A categoria também chama a atenção para o fortalecimento deste mercado no Brasil, que cresce mais de 10% ao ano, o que significa em torno de 4 milhões de novos usuários no país por período. Em 2010, esse cenário gerou um faturamento às operadoras de R$ 72,7 bilhões, sem suficiente contrapartida em termos de valorização do trabalho médico e na oferta de cobertura às demandas dos pacientes.
Para as entidades médicas, esses números saudáveis são a prova de que para as operadoras a assistência em saúde se tornou um negócio regido exclusivamente pela lógica do lucro. “Apesar de altíssimos lucros, as empresas pagam honorários irrisórios aos médicos e prestadores de serviços, além de submeter os usuários a uma oferta reduzida de profissionais e coberturas”, destacou Renato Azevedo
Histórico
Este é o terceiro protesto nacional dos médicos contra os abusos praticados pelas operadoras no período de um ano. Em 2011, houve mobilização em duas datas: 7 de abril e 21 de setembro. Nas duas oportunidades, os profissionais foram às ruas para chamar a atenção da opinião pública para os problemas que comprometem, principalmente, a qualidade do atendimento oferecido aos usuários dos planos de saúde.
No Estado de São Paulo, a comissão de mobilização por melhores honorários se reúne semanalmente, desde de 2011, na sede da APM. A comissão é composta por representantes das entidades da saúde. Pelo Cremesp participam dos encontros o seu presidente Renato Azevedo e o conselheiro João Ladislau Rosa, entre outros.
Ladislau lembra que em São Paulo foram realizadas diversas reuniões com operadoras e seguradoras, como Bradesco, Porto Seguro, Marítima e Unidas. Outras devem ocorrer nos próximos dias. “A pauta de reivindicações vem sendo apresentada às operadoras, com o objetivo de solicitar propostas por escrito que posteriormente serão deliberadas em assembleias regionais dos profissionais”, explicou Ladislau.
Orientações preventivas à comunidade
Local: Conjunto Nacional (Avenida Paulista esquina com a Rua Augusta)
Horário: 12h00 às 16h00
Mais informações
Defesa Profissional da APM
Tel: (11) 3188-4207 ou defesa@apm.org.br
A empresa, baseada em St. Louis, Missouri, disse que o sistema de monitoramento TruVue ajuda a gerenciar anormalidades no ritmo cardíaco e está direcionado a 2.7 milhões de americanos vivendo com fibrilação atrial, assim como a pacientes com outros tipos complexos de arritmia cardíaca.
Para aqueles pacientes que desmaiam devido ao lento ritmo cardíaco, que pode ser tratado com um marca-passo, ou para aqueles que sofrem com os sintomas de uma arritmia que pode ser curada com ablação por cateter, o dispositivo TruVue oferece uma melhor abordagem no tratamento de pacientes cardíacos, disse o Dr. Carey Fredman, cardiologista afiliado ao Hospital St. Luke, em Chesterfield, Missouri.
“Como especialistas em arritmia, vemos pacientes cujos sintomas (síncope, desmaio, palpitações, batimento acelerado etc.) podem ou não sofrer de arritmia real”, Fredman contou à InformationWeek Healthcare. “Documentação é essencial não só para essa determinação, mas também porque nos dá uma boa ideia sobre o mecanismo da anomalia rítmica e, assim, decidir a melhor maneira de tratar o paciente”.
O Sistema de Monitoramento TruVue Wireless Ambulatory ECG monitora os pacientes remotamente, transmitindo, automaticamente, cada segundo de um ECG para os servidores seguros localizados na base da Biomedical Systems, em St. Louis. Algoritmos então fazem análises no ECG, medindo taxas e ritmo, buscando, especificadamente, por fibrilação atrial, pausas e taquicardia ventricular, segundo explicaram representantes da empresa.
“Eventos significativos são enviados para validação por um técnico cardíaco certificado, e os relatórios são então enviados, online, por meio do aplicativo GlobalCardio Web, da Biomedical, para ser revisado por um médico e sua equipe”, disse Dave Bondietti, VP sênior de marketing e desenvolvimento de negócios da Biomedical Systems. “O paciente pode apertar um botão no dispositivo para indicar que sentiu um sintoma e esse segmento do ECG será enviado para a fila de revisão pelo técnico cardíaco e inclusão no relatório. Os relatórios podem ser usados como parte de uma mensagem HL7 para integração com o sistema do prontuário médico eletrônico”.
Dr. Fredman disse que alguns de seus pacientes têm usado o dispositivo por alguns meses e ele pode notar tanto os benefícios quanto as limitações do sistema. Por exemplo, o dispositivo captura, registra e revisa os batimentos cardíacos necessários por todo o período de monitoramento, que geralmente são algumas semanas. Por tanto, é útil para o caso de pacientes em que o monitoramento por 24 ou 48 horas não é suficiente para identificar uma anomalia intermitente no ritmo cardíaco.
O sistema TruVue também permite monitoramento continuo em tempo quase real do ritmo cardíaco do paciente, fora do hospital, enquanto ele vive sua rotina. No passado, isso não era possível, disse Fredman.
No entanto, ainda segundo Fredman, existem limitações. Em alguns pacientes, um mês de monitoramento ainda pode não ser o suficiente para conseguir as respostas que o médico precisa, e pode haver sobrecarga de informação.
“Às vezes, ver cada batimento cardíaco pode ser informação demais e é necessário saber quais anomalias rítmicas não têm consequências significativas para o paciente e, assim, não exigem tratamento”, adicionou Fredman.
O poder sobre os olhos é incrível. Pense em desvendar pensamentos e guiar uma conversa. Com o estudo da linguagem visual você pode fazer isso.
Se prestarmos atenção, pessoas tendem a olhar para diversos cantos, desviar e fechar os olhos. O estudo sobre a linguagem visual auxilia na melhoria do envolvimento social, aumentando as possibilidades de conseguir resultados satisfatórios, pessoal e profissional.
A dilatação da pupilaé um representativo de interesse, destacando o foco ao orador ou aos pensamentos internos. O interesse pode ser negativo quanto positivo. Atente-se. Experimente conversar sobre assuntos interessantes ao seu parceiro e verá sua pupila dilatar. Converse também sobre assuntos ao qual pode aborrecê-lo, e terá o mesmo resultado. Note que o termo “interesse” é aplicado aos sentimentos, que podem ser bons ou ruins.
A falta de contato visual pode gerir uma situação desagradável ao receptor, representando antipatia e desconfiança. Pessoas que mantém um contato visual de 70% tendem a conseguir aprovação social com maior facilidade.
A posição do olhar pode definir o tipo de interesse. Uma conversa entre amigos faz-se criar uma visão triangular, focando a região dos olhos, nariz e boca. Conversas com interesse sexual tende uma maior concentração a olhos, boca e desvio para outras partes do corpo.
Olhos voltados ao alto e direita – Cenas já vistas ou teorias passadas
Pessoas ao receber uma informação que olham para o alto e esquerda estão processando cenas que ainda não foram vistas, construindo imagens para possíveis respostas, ou somente a fazer um julgamento mental. Olhos voltados para o alto e direita estão acessando cenas já vista e experiências passadas.
Olhos voltados para baixo e esquerda estão experimentandocenas emocionais e sensações cinestesicas. Mulheres são atraídas por homens que saibam exploram estas áreas. Olhos voltados para baixo e direita são reservados a diálogos internos, e também a uma posição passiva de audição.
Um fator interessante sobre a linguagem visual são os canhotos: Eles operam de modo oposto ao destro, atribuindo emoções ao lado direito, e esquerdo para diálogos internos.
Os movimentos de nossos olhos correlacionam-se com os nossos modos de pensar. Eles são indicadores não do conteúdo dos nossos pensamentos, mas do “como pensamos“.
Atente-se aos detalhes. Com o estudo e pratica dessa linguagem você pode compreender sentimentos que jamais imaginaria saber.
Um do de Psquiatria da Inglaterra descobriu que os níveis de magnésio mais baixos em quem sofre de depressão. Vegetais verdes - ervilhas em particular - aumentam a quantidade do mineral e garantem dias mais felizes
2. Abóbora
O vegetal é rico em . Uma da Academia Polonesa de Ciência demonstrou que ele ajuda a manter as células nervosas vivas e afasta a tristeza. Ele é necessário para converter o triptofano em serotonina, o hormônio da felicidade. Refogue os cubos no azeite de oliva com ervas e pimenta.
3. Chocolate
Rico em feniletilamina (PEA), o chocolate eleva os níveis de endorfina. De acordo com um estudo da Johns Hopkins, em Baltimore (EUA), o açúcar e a gordura presentes no doce tem efeitos moduladores do .
4. Trigo
A trimetilglicina (TMG) contribui para a produção de várias substâncias cerebrais que melhoram o humor, a , o , o de alerta, a concentração e a acuidade visual. As principais fontes dessas substâncias são o farelo de trigo e o gérmen de trigo, por isso prefira pão integral quando preparar seus sanduíches.
5. Leite de cabra
Ele está lotado de cálcio - 1/2 litro fornece cerca de 70% da quantidade recomendada por dia -, que tem função reguladora do humor e é necessário para a transmissão dos impulsos nervosos.
A deficiência desse mineral, que também acalma, consequentemente tira você do sério, aumenta o nervosismo e a irritabilidade.
6. Queijo Cottage
Queijos com baixo teor de gordura, como o cottage, podem melhorar a qualidade do seu sono. Eles são fonte de triptofano, usado na produção de melatonina, que ajuda a induzir o sono. Experimente fazer um lanche noturno com biscoitos de aveia e queijo cottage.
7. Alcaçuz
A raiz do alcaçuz contém glicirricina, composto que inibe a liberação de cortisol e, por isso, ajuda a domar o estresse.
Ela também contém isoflavonas, usadas para tratar os sintomas da depressão.
8. Chá de Ginseng
Esta erva melhora a resposta do corpo ao estresse e diminui a ansiedade. Ela também ajuda a levantar o e dar mais disposição. Tudo indica que Buda era chegado na bebida - e quem duvida do da serenidade?
9. Tofu
Uma pesquisa publicada no periódico americano The New England Journal of Medicine mostrou que deficiência de triptofano pode levar à depressão. Com altos níveis da substância - 747mg em cada 100g -, o tofu é essencial para manter você de alto-astral. Se a aparência não é convidativa, misture-o em um smoothie.
10. Vermelho
Pesquisadores do Universitário Kuopio, na Finlândia, descobriram que pessoas com baixos níveis de B12 tem mais chances de ter depressão. Uma porção deste peixe possui quase três vezes a quantidade recomendada por dia da vitamina e fica ótima grelhada.
11. Grapefruit
Rica em ácido fólico, vitamina indispensável para levar oxigênio ao cérebro, a fruta é importante também na produção de serotonina.
Um estudo da Universidade Tufts (EUA) descobriu que os índices de folato no são menores em pessoas com depressão.
12. Sementes de Gergelim
O Instituto de Biologia Cerebral de Princeton (EUA) descobriu que pessoas com depressão tem níveis baixos do aminoácido treonina. A semente de gergelim é uma das principais fontes desse nutriente. Adicione-a a saladas ou coma tahine.
13. Feijão Branco
o neurotransmissor noradrenalina promove a sensação de prazer e disposição. Ele é derivado da dopamina, encontrada no feijão branco. Se está se sentindo entediado ou apático, misture uma lata do feijão com azeite de oliva e mostarda e faça um molho saboroso. O astral muda rapidamente.
14. Cogumelos Portobello
Deficiência de vitamina B3 pode levar à depressão. Quando os níveis estão baixos, o organismo usa sua reserva de triptofano para produzir a vitamina, reduzindo o estoque que seria usado para converter em serotonina. Consuma cogumelos para manter o humor. Eles vão bem com azeite.
15. Couve-flor
Este legume é rico em . O baixo consumo dessa vitamina inibe a produção de dopamina, que promove a sensação de bem-estar e melhora a absorção de , mineral energético. Um estudo da Universidade Cornell (EUA) descobriu que 100 gramas de couve-flor contém 70 miligramas da vitamina levanta-ânimo.
16. Lentilha
A sensação de desânimo e fadiga é comumente associada à deficiência crônica de ferro. Uma porção de 200 gramas de lentilha fornece metade da quantidade do mineral recomendada por dia.
17. Cavala
O ácido gama-aminobutírico (GABA) leva à melhora do humor porque bloqueia as sensações de ansiedade e estresse. Peixe é uma boa fonte desse composto, a cavala em particular.
18. Atum
A vitamina B6 é essencial na produçãode serotonina. Um estudo do periódico americano Alternative Medicine Review descobriu que 20% das pessoas deprimidas apresentam falta de vitamina B6. Como o atum é rico no nutriente, inclua-o no prato.
19. Rins de Cordeiro
Eles podem melhorar a memória e a resposta ao estresse. Um estudo publicado no International Nutritional Neurosciencemostrou que níveis altos de fosfatildiserina, substância encontrada nessa vísceras, estavam associados ao bom humor.
Dispense a parte branca do centro e frite o restante na manteiga por poucos minutos.
20. Cenoura
Um estudo publicado no periódico International Journal for Vitamin and Nutrition Research descobriu que deficiência da vitamina biotina, presente na cenoura, induz à depressão e à fadiga. Embora a pesquisa tenha sido realizada em ratos, os acreditam que os efeitos são os mesmos em humanos.
21. Nozes
Associar nozes ao cérebro não acontece apenas por semelhança . Elas são uma excelente fonte de ômega-3, que ajuda as células cerebrais e os neurotransmissores reguladores do humor a funcionar melhor.
22. Milho
Em apenas 1 porção de milho você tem 25% da quantidade recomendada por dia de vitamina B1. Um estudo descobriu que os voluntários apresentaram melhora no humor, no estado de alerta e na disposição depois de dois meses de suplementação de vitamina B1.
23. Laranja
Laranjas contém inositol, substância que regula os índices de serotonina e de e, , alivia a depressão e ameniza mudanças de humor. Ela também auxilia na do.
24. Tempeh
Um estudo publicado no periódico British Journal of Psychiatrymostrou que a deficiência de vitamina B2 pode levar a mudanças agressivas de personalidade. A vitamina é necessária para a produção de GABA, que melhora o humor. O tempeh, alimento feito a partir da fermentação de grãos de soja é uma boa fonte de vitamina B2.
25. Homus
Rico em proteína e fibras, essa pasta de grão-de-bico promove a liberação lenta de glicose no sangue, evitando oscilações nos níveis de açúcar, e ao desânimo.
26. Salsinha
Ela é uma excelente fonte do aminoácido L-glutamina, que melhora a concentração e também auxilia no combate à ansiedade e ao estresse ao elevar o nível de energia no cérebro e aumentar o estado de alerta.
27. Leite de soja
Alimentos ricos em proteína, como o leite de soja, se transformam em aminoácidos, como a tirosina. Esta, por sua vez, estimula substâncias cerebrais como a dopamina e noradrenalina, que ajudam você a se sentir mais otimista e com mais energia.
28. Linguado
De acordo com cientistas da Universidade College, em Swansea (Reino Unido), a deficiência de selênio pode estar associada a maior ansiedade e desânimo. Você consegue 68% da quantidade recomendade por dia do mineral com apenas 100 gramas do peixe.
29. Bacalhau
A taurina ajuda a regular e gerar os impulsos nervosos responsáveis por pensamentos, ações e até pelo humor. O bacalhau contém 108 miligramas desse aminoácido em cada 100 gramas.
30. Alga Marinha
Vegetais marinhos são fonte abundante de iodo, que equilibra o humor e melhora a disposição, o foco e o estado de alerta. Adicione lascas das algas em sopas e saladas